Cubatão
Localizada
no sopé da Serra do Mar, a partir de onde jesuítas, comerciantes,
tropas, autoridades do reino tomavam fôlego para atingir o Planalto.
Pela proximidade com Porto e a capital do Estado e suficiente infra-estrutura
com água e energia abundantes, foram implantados um Pólo Petroquímico
e um Parque Siderúrgico. Considerada algum tempo como uma das cidades
mais poluídas, é hoje exemplo de resultados positivos após
ótimas administrações municipais.
Com rios, cachoeiras e manguezais povoados de aves exóticas, Cubatão
quer incluir seu nome no seleto grupo de cidades escolhidas pelas agências
de viagem para a exploração do turismo educacional.
Guarujá
Por
volta de 1502 uma armada, comandada por André Gonçalves e Américo
Vespúcio, ancorou, a 22 de janeiro daquele ano, na costa ocidental da
Ilha de Guaibê (mais tarde denominada Santo Amaro), nas proximidades da
Praia de Santa Cruz dos Navegantes.
Em 1931, Guarujá foi integrado ao município de Santos, situação
que perdurou até 1934 quando foi emancipada.
Conhecida internacionalmente por suas belezas naturais, pelas praias e paisagens
sofisticadas, Guarujá atrai milhares de turistas e, dia-a-dia, confirma
seu codnome "A Pérola do Atlântico". Recentemente foi
inaugurado um belíssimo Aquário Municipal.
Praias badaladas do Guarujá: PRAIA
DO MONDUBA: praia de areias finas e brancas e águas em permanente
tom de esmeraldas. Ali, o engenheiro João Monteiro de Barros projetou
o Forte dos Andradas. É somente permitido visitação de
turistas para a realização de passeio ecológico. PRAIA
DA ENSEADA: é a mais extensa da cidade, possuindo 7km. Logo no seu
início destaca-se o Morro do Maluf. Ideal para prática de esportes
náuticos: vela, windsurfe e jet ski. Há postos de salva-vidas,
embora possua um mar calmo. À noite é o ponto mais procurado pelos
turistas devido a restaurantes e bares agitados. PRAIA DE PERNAMBUCO:
localiza-se após a Enseada, possui uma área de 1500 metros de
extensão e é ponto de parada das embarcações de
passeio. A praia é muito conhecida pela frequencia de artistas e casas
de alto padrão. PRAIA DO PEREQUÊ: possui 2.200 metros de
extensão. Acolhedora e muito popular é considerada o reduto dos
pescadores. É lá que podemos encontrar o autêntico caiçara
de nosso litoral. Nessa praia o turista pode ver a puxada de rede e logo após
saborear uma variedade de frutos do mar em diversos restaurantes. PRAIA DO
GÓES: com 250 metros de extensão é formada por uma
colônia de pescadores. Trata-se de uma pequena ilha de águas mansas.
O acesso é feito por embarcação através da Ponte
dos Práticos em Santos (Ponta da Praia). PRAIA DO TOMBO: com 856
metros de extensão seu nome deriva de sua conformação geológica.
Possui mar bravo e provoca tombos inesperados. É ótima para a
prática de surfe. PRAIA DAS ASTÚRIAS: com 1.000 metros
de extensão, excelente para banho e esportes náuticos. PRAIA
DAS PITANGUEIRAS: com 1.800 metros de extensão é a praia central
de Guarujá, onde deu-se o desenvolvimento inicial da ilha. É o
local de maio concentração de turistas, em razão do seu
comércio, agitada por ser palco de campeonatos profissionais e amadores
de surfe.
Portugal, na época dos descobrimentos, nominada como a época das Grandes Navegações, após o fracasso e o extermínio de muitas culturas da África e habitantes da Europa através das Cruzadas, investiu, através do Infante d. Henrique, em uma escola de formação e estudos cartográficos que se tornou famosa em toda a Europa, despertando a cobiça pelas riquezas do oriente.
A Escola de Sagres foi uma lenda criada por poetas românticos portugueses do século XIX. Na verdade, foi do porto de Lagos, no sudoeste de Portugal que a Ordem de Cristo, liderada por D. Henrique, deflagrou a expansão marítima do século XV.
Em 1416, quando assumiu o cargo de grão-mestre, d. Henrique lançou-se à diplomacia. Haviam se passado cem anos que os cavaleiros templários haviam sido condenados nos processos de Paris e o Vaticano estava preocupado com a pressão muçulmana sobre a Europa, que crescera muito no século XIV. Com isso, em 1418, o Infante consegue do papa um aval ao projeto expansionista. Daí em diante, cada avanço para o sul e para oeste seria seguido da negociação de novos direitos. Em um século, os papas emitiram onze bulas privilegiando a Ordem de Cristo com monopólios da navegação na África, posse de terras, isenção de impostos eclesiásticos e autonomia para organizar a ação da Igreja nos locais descobertos.
À medida que foi sendo consolidado o comércio na rota das Índias, a partir de sua descoberta em 1498, a coroa foi absorvendo gradualmente os poderes da Ordem. Em 1550, o rei d. João III fez o papa Júlio III fundir as duas instituições. Com isso, o grão-mestre passou a ser sempre o rei de Portugal, e o seu filho tem o direito de sucedê-lo também no comando dos cruzados
A Ordem de Cristo controlou o conhecimento das rotas e o acesso às tecnologias de navegação enquanto pôde. Mas com o ouro descoberto na Guiné, em 1461, o monopólio da pilotagem passa a ser cada vez mais desafiado. A partir de então, multiplicaram-se os contratos com comerciantes e as cessões de domínio ao rei para exploração das regiões descobertas. Aos poucos, a sabedoria secreta guardada em Tomar foi sendo passada para mercadores de Lisboa, Flandres e Espanha. Portugal naquela época fervilhava de espiões, especialmente espanhóis e italianos, que procuravam os preciosos mapas ocultados pelos cruzados.
A Espanha, tradicional adversária de Portugal, também fazia política no Vaticano para minar os monopólios da Ordem, em ação combinada com seu crescente poderio militar. Em 1480, depois de vencer Portugal numa guerra de dois anos na fronteira, os reis Fernando, de Leão, e Isabel, de Castela, começaram a se interessar pelas terras de além mar. Com a viagem vitoriosa de Colombo à América, em 1492, o papa Alexandre VI, um espanhol de Valência, reconheceu as duas bulas, as Inter Caetera, o direito de posse dos espanhóis sobre o que o navegante genovês havia descoberto. O rei não se conformou e ameaçou com outra guerra. A controvérsia induziu os dois países a negociarem, frente a frente, na Espanha, em 1494, num tratado para dividir o vasto novo mundo que todos pressentiam: o Tratado de Tordesilhas.
Na volta da viagem
à América, em 1493, Cristóvão Colombo fez uma escala
em Lisboa para visitar o rei de Portugal, d. João II. Um gesto corajoso.
O rei passa a reclamar do papa direitos sobre as terras descobertas. Como a
reivindicação não foi atendida, acabou sendo obrigado a
enviar os melhores cartógrafos e navegadores da Ordem de Cristo, liderados
pelo experiente Duarte Pacheco Pereira, a Tordesilhas, na Espanha, para tentar
um tratado definitivo, mediado pelo Vaticano, com os espanhóis. Só
o Vaticano podia mediar e legitimar negociações entre países.
Pelas bulas Inter Caetera, os espanhóis tinham direito às terras
situadas mais de 100 léguas a oeste e sul da ilha dos Açores e
Cabo Verde. Pelo acordo de Tordesilhas, a linha imaginária que ia do
pólo norte ao pólo sul, foi esticada para 370 léguas, reservando
tudo o que estivesse dentro desse limite para os portugueses, o Brasil inclusive.
FONTE: Prefeitura Municipal de Itanhaém.
Mongaguá
Mongaguá
possui vários pontos turísticos interessantes, entre eles estão:
uma das maiores plataformas de pesca marítima do mundo, que adentra 400
metros ao mar, formando um "T"; a arquibancada do pescador amador
no Rio Mongaguá, uma área de lazer com cachoeiras; o Poço
das Antas; entre outros. Existem duas aldeias indígenas em Mongaguá:
Itaóca e Aguapéu, localizadas em reserva ambiental da Mata Atlântica.
A comunidade indígena de Aguapéu concebeu o projeto "Jaguatareí
Nhemboé - Caminhando e Aprendendo", que tem como meta o reconhecimento
e a valorização da identidade Guarani e do meio ambiental ao modo
de ser e de viver desse povo indígena - o bioma Mata Atlântica.
Praia
Grande
O
Porto de Naus em São Vicente, esconderijo estratégico para a chegada
das embarcações já não oferecia mais segurança,
assim foi criado o Porto dos Reis em Praia Grande.
Em 1938, chegaram os primeiros loteadores, e em 1945 foram construídas
as primeiras casas, no bairro do Boqueirão.
Hoje em dia é na praia do Boqueirão que acontecem os eventos mais
populares do litoral paulista.
Recentemente a Praia Grande recebeu tratamento paisagístico, com a construção
de jardins e ciclovias.
São
Vicente
Fundada
em 1532 pelo navegador português Martim Afonso de Souza, São Vicente
foi a primeira Vila (cidade para os portugueses) do país.
Foi a capital do estado de São Paulo por 177 anos e de 1532 a 1549, foi
capital do Brasil. Também de São Vicente saíram as primeiras
expedições para o interior, inclusive a que fundou a cidade de
São Paulo.
Um dos principais cartões postais de São Vicente é a Ilha
Porchat que recebeu inúmeras melhorias, devido as comemorações
dos 500 anos do descobrimento.
Querendo saber mais sobre as cidades vizinhas, ou outras cidades próximas, envie e-mail.
©1999
- 2006 - Todos os direitos reservados.
Santos
Cidade® - Toda Informação
- Desenvolvimento e Hospedagem de sites